Mar de Letras


Milhinho

Ainda durante as aulas de Introdução ao mercado de capitais, um palestrante se orgulha:

 

Palestrante: É preciso ter a minha disciplina financeira. Adivinhem o carro que eu tenho? Pensem alto! Agora pensem no meu apartamento, que vale muito mais de um milhão! Imaginem!

 

Eu penso: Não consigo imaginar essas coisas, mas tenho certeza do tamanho do seu pau.

 

Bons ventos!



Escrito por Ju às 21h33
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Como uma onda no mar

Faço um curso de duas semanas sobre mercado de capitais. Em uma das aulas, o professor passou horas fazendo uma análise de um gráfico de mercado. Segundo a Teoria das Ondas de Elliot, o especialista no assunto explicou que, para cada ciclo de mercado, há algumas ondas com viés de baixa e outras sinalizando uma alta. Entre quedas e subidas, há aquelas mais abruptas, como a que vivemos desde o quarto trimestre de 2008.

 

Como uma boa pisciana, transportei a situação para minha vida menos cartesiana. Concluí que a aplicabilidade dá Teoria se da em nossa vida também. São muitos os momentos de baixa mas, felizmente, as altas dos mercados também acontecem conosco.

 

Sinto que a minha vida tem sido uma Bovespa (ainda bem que não é uma bolsa americana ou do mercado asiático). Neste período estou subindo o astral. Às vezes acontece uma oscilação maior, mas nada preocupante.

 

Estou feliz.

 

Bons ventos!

 



Escrito por Ju às 22h03
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Sobre Paris

JT: Faço questão de ficar hospedada em um prédio doo século XVIII!

JB: Você é tonta? Meu prédio é da década de 60 e está já está bem caidinho, imagine um secular!



Escrito por Ju às 23h24
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Domingo é o meu aniversário. Hoje, farei uma festinha para comemorar a data e, confesso, estou em pânico. Não sei é do signo ou de minha personalidade neurótica mesmo, mas estou morrendo de medo de ninguém ir. Aliás, esse é um medo recorrente em março e que dura toda a minha vida.

 

Sempre tive problemas com a data. Nem é tanto pela idade – a única crise foi aos 29 – mas por um sentimento esquisito que não consigo dominar.  Morro de medo de ninguém aparecer e eu ter de chorar sozinha no banheiro. É como aquele medo que sair e se esquecer de colocar a calça ou a saia.

 

Quando era criança, as coisas eram diferentes e, de certo modo, iguais. Eu não ligava se muitas – ou não – pessoas fossem à festa. Só me importava com os meus grandes amigos: Beto, Cássia e Fernanda. Para compensar, não participava dos parabéns nem por um brinquedo lindo. Detestava. Detesto. E juro que não consigo entender esse sentimento.

 

 

Em tempo..., a amiga que está fazendo a festa comigo acaba de me escrever. Disse que também está nervosa e até sonhou essa noite. Em seu delírio, ela era amiga da Sheila Melo e a dançarina fez uma surpresa na festa: chamou o E o Tchan para tocar. Até a Débora Brasil (!!) rebolava.

 

É..., acho que há motivos para o pânico.

 

Bons ventos!



Escrito por Ju às 14h10
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Pronto, falei!

Eu já falei muitas vezes aqui que não entendo de música. E não entendo mesmo. Isso, no entanto, não me reprime em não dizer o que penso sobre umas e outras bandas, uns e outros cantores. Por exemplo, acabo de ver o Capital Inicial no BBB. Pronto, falei.

Acho um horror o Dinho Ouro Preto, patético. Um velhinho raquítico se portando como um rockstar garotão. As poses dele ao cantar me fazem querer cortar os pulsos, os bicos de meus mamilos. Para completar, tenho certeza, ele depila a axila. Péssimo.

Os amiguinhos de banda dele também me fazem chorar, de rir, de vontade de me matar. Tocam guitarra como se fossem do Kiss, do Metálica, do Guns, sei lá. Apresentavam "Que país é esse?" e se achavam o U2 brasileiro defendendo os brasileiros, nós!, eu!, dos meninos maus de Brasília. Um saco, aliás, acho um saco essas bancas engajadas. "Toca essa merda aí e fale menos", sempre foi o meu lema.

Pronto, falei!

*******

Para não perder a acidez, também acho ridículos os "meninos" do BBB. E as meninas também. Hoje, eles ouviam a música "como se lavassem a alma". Sim, um puta clichê. Até air guitar eles ensaiaram.

Oh, my God!!! Eram os deuses astronautas?

Pronto, falei de novo. E repito, apesar de tudo, bons ventos!

 

 

 



Escrito por Ju às 22h26
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Cena da Cruz

Passei dias incríveis no carnaval. Embora fosse para a “lida” à noite, acordava todos os dias muito cedo e saia sem destino, sozinha, livre pela cidade. Foi ótimo. Libertador.  

Conversei com os moradores locais e descobri histórias fantásticas: o médico que largou tudo e foi morar numa casa antiga, a francesa que se apaixonou, veio para o Brasil e mora numa casa rosa, a dona do bar que nunca se casou para poder cuidar do pai e da mãe, que estão doentes. 

Em meio a tantas histórias reais, passei também por locais de histórias de amor da ficção, do primeiro beijo entre a Hilda Furação e o frei Malthus. Lugar lindo, mágico. Fui duas vezes e, se voltar à Tiradentes, irei mais algumas. 

Em homenagem às histórias, o Mar mostra a versão original e a nossa versão. 

 

Bons ventos!



Escrito por Ju às 23h03
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Atravessamos o deserto do Saara

Calor em São Paulo. Uma quentura daquelas dignas da cidade natal. Dias que até o lençol de casal seca em menos de um dia em uma varanda que não pega nem sol e nem vento.  Tempo em que, para completar, falta luz no prédio da firma, e somos obrigados a trabalhar com apenas um ar condicionado funcionando. Pânico. Fins dos tempos? É a era de Aquário.

 

A secura do corpo é também a da alma. Andava triste. Sem vontades. Muitas coisas aconteceram, outras – que deveriam – não.

 

Ontem eu recebi um e-mail de uma amiga que eu gosto muito e que aqui reproduzo, pois é a minha próxima meta:

 

“Mas vc vê, o qto a gente desperdiça energia tentando resolver coisas que fogem do nosso controle! 90% da minha vida é assim. Minha grande lição na yoga é deixar rolar, confiar (seja lá no quê) e parar de tentar prever pra tentar controlar. Falho deliberadamente.”

 

Espero que não falhe. Pelo menos desta vez.

 

Bons ventos!



Escrito por Ju às 11h02
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Americanos dão show

 

Não, não vou falar sobre a política externa ou interna americana. E nem do difícil (incompreensível para mim) modo como os americanos escolhem o presidente deles. Vou comentar a forma como eles fazem política, na base do encantamento e, claro, na boa retórica.

 

Acabo de assistir ao discurso do Bill Clinton em prol do Obama na grande convenção de oficialização de candidatura do Partido Democrata. Clinton não é mais o mesmo. Está muito magro, os cabelos estão quase totalmente brancos e envelhecido. Durante o falatório, parecia ser o dono do mundo, cheio de segurança e informação. Fiquei surpresa ao vê-lo pegando um copo d´água com as mãos trêmulas. O fato é que, apesar de tudo isso, o velho e bom Bill continua encantando as massas.

 

Ao fim do discurso, quando Clinton ainda acenava e mandava beijos para milhares de americanos comuns e mais uma penca de famosos, uma banda começa a tocar Beautiful Day, canção do U2. Achei a cena esteticamente muito bonita e, confesso, ficaria muito emocionada se estivesse lá cobrindo o tal evento. Eles fazem um grande show. Daqui, porém, percebo o quão maquiado tudo estava e o quanto ainda não sabemos fazer uma bonita (do ponto de vista da “buniteza”) campanha política.

 

Aí entrou o Obama. Não sei o que pensar muito dele. Trata-se de uma opção melhor do que o Bush, é claro, e, mesmo sei saber em profundidade, do que o McCain. No entanto, os meus olhos míopes desconfiam de salvadores da pátria, de grandes líderes que “conduzirão a América até a liderança”, como disse Bill. Compartilho o medo de que o Obama seja o grande anti-cristo, como diz a Lili.

 

Não dá para negar, tenho de admitir a aprender, a enorme competência da campanha. “Yes, we can chance” é o máximo, pois coloca a responsabilidade de mudança nas mãos dos eleitores. Não tenho conhecimentos em campanhas (Gui, você me faz falta nestas horas. Não me conformo de você ter se afastado e mudado. Respeito, contudo), mas não me lembro de nada parecido no Brasil. Pelo contrário, todos os candidatos são encarnações de santos milagreiros.

 

Enfim, sem pretensões, apenas para comentar.

 

Bons ventos!

 

 



Escrito por Ju às 23h15
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Bons ventos!



Escrito por Ju às 14h40
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Constatação

Os espelhos são sinceros. Muito mais do que deveriam.

O do banheiro da empresa mostra até os poros.

Bons ventos!



Escrito por Ju às 14h17
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Tapa na cara

Mais uma vez a vida me dá um belo tapa na cara. Ontem, estava completamente envolvida em um pensamento umbigocentrista, feliz por ter comprado uma cama (linda, por sinal) quando, voltando para casa, vi uma moça ter uma convulsão horrível dentro do ônibus. Tatiana era o nome e ela tinha acabado de ser assaltada. Por sorte, estávamos em frente ao Hospital das Clínicas e logo ela foi atendida.

 

Para mim, a mensagem foi clara: é preciso ter muito foco para não sair do foco.

 

 

Já repararam como o Arlindo Quinaglia tem os dentes feios?



Escrito por Ju às 10h04
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make up

Hoje, passando pelo Cemitério da Consolação, vi uma operação de maquiagem da região como nunca tinha visto. Muros e guias sendo pintadas, calçadas varridas e limpas, seguranças vestidos de preto por todo lado. Policiais militares, CET. Tudo isso para o enterro da dona Ruth.

 

Importância da dona Ruth?

Ano eleitoral?

Cobertura de TVs internacionais?

 

 

Eu nunca fui PSDB, mas fiquei triste com a morte da dona Ruth. Gostava dela por conta da sua liberdade, seu intelecto.



Escrito por Ju às 09h59
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A minha relação com The Blower's Daughter é esquisita. Eu não gosto do Damian Rice, acho-o um completly looser, também não vejo grande profundidade e graça no filme Closer. Não acho o Jude Law lindo. Também não entendi a letra das primeiras vezes que eu ouvi a música.

Apesar de tudo isso, essa música me emociona 100%. Apesar da melodia triste, a letra é realista e, nos momentos que ouço, geralmente quando estou esquisitona, distrai a minha alma e sossega os meus desassossegos.

Invariavelmente, penso que em um segundo tudo pode mudar. Lembro também de uma grande amiga que gosta do Damian Rice e toda vez que falamos sobre o cantor, ela faz um comentário e diz “escorre uma lágrima”. Me sorrir sempre. A vida é simples, “just like you said it would be”. Bons ventos!

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Torçam por mim!! Se tudo der certo, aparecerá o clipe do Damian Rice! (Isso que dá não ser dromoapta)

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Assim como aconteceu no Sul do país, este Mar está sofrendo com ventos extra tropicais, que podem causar tormentas e marés altas de posts.



Escrito por Ju às 23h22
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vá se Ferraço!

Ok, ok, ok. Por mais que o meu cérebro cartesiano diga que o melhor a fazer em minhas noites é ler, sair e beber com os amigos, tenho me pego repetidamente assistindo à novela. Sistematicamente tenho me pego também parada em frente a alguma banca de jornal lendo os próximos capítulos.

 

Outro dia, para ser sincera, parei em frente à lavanderia somente para ver qual era a marca do carro, que é igual ao do Ferraço.

 

Ok, ok, ok. Sei que estou me queimando, mas preciso desabafar. EU ODEIO A MARIA PAULA. Odeio mesmo. Ela é muito chata e passou a novela inteira berrando que odiava o Ferraço e agora a nega quer se casar?

 

Tsc, tsc, tsc.

 

Bons ventos.



Escrito por Ju às 22h20
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Miss Imperfeita

Texto de Martha Medeiros publicado na Revista do O Globo. Compartilho com vocês e adiciono algumas pitadas de Ju.

 "Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.

 Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.

Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou:trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles,estudo com eles,telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente,compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! (OK, NÃO FAÇO TUDO ISSO, MAS SEMPRE FAÇO AS UNHAS)

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO. (EU SEMPRE SOUBE DIZER. CREIO QUE, AO DIZER “NÃO” E EXPLICAR O PORQUÊ DAS RESPOSTAS, OS AMIGOS, PARETES, AMORES, ENTENDEM. PODEM NÃO CONCORDAREM, MAS ENTENDERÃO).

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.

Culpa por nada, aliás. (SONHO DE CONSUMO. FREE, FREE, MIKE TAYSON FREE)

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.

Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.

É ter tempo.

Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos ( OU O ORKUT DOS OUTROS!!).

Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!

Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto (ESSENCIAL ALGUMAS HORAS PARA GOIABAR! INSIRO AQUI MAIS UM PONTO: LER REVISTAS DE FOFOCAS!)

Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga.

Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada (AOS POUCOS, TENTO ME LIVRAR DESTA QUE, TALVEZ, SEJA A MINHA MAIOR CULPA).

Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente (LIVRE, HYPE! E, COMO DIRIA MARIE CLAIRE, CHIQUE É SER INTELIGÊNTE!)

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.

Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo.

Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C (TUDO BEM, COM O SALÁRIO DE JORNALISTA EU NÃO TENHO ISSO MESMO. TROCO POR AVON, NO MÁXIMO UM NATURA!)

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante".

Bons ventos!



Escrito por Ju às 11h48
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